No dicionário
Aurélio a palavra ética é conceituada como sendo o estudo dos juízos de
apreciação referentes à conduta humana, do ponto de vista do bem e do mal. Para
Stukart (2007) “é a ciência
cujo objetivo é o exame teórico das relações humanas para conseguir uma vida
satisfatória, bem como a perfeição integral do homem”. De acordo com Sá
e Hoong (2010) a ética é entendida como uma ciência da conduta humana perante o
ser e seus semelhantes.
A ética é utilizada em diferentes sentidos, pois a mesma
apresenta diversidades de ação e decisão de valores universais. Dentro deste
conceito Srour (2008, p. 14) esclarece tais sentidos em três pilares, como sendo:
Histórico
do Código de Ètica
O código de ética tem como principal intuito guiar e orientar a conduta
de um grupo de pessoas, sendo criado com base nos princípios e valores, com o
propósito de manter comportamentos pacíficos numa relação de convivência entre
pessoas de uma determinada sociedade. Estes códigos estão presentes na atualidade,
contudo, os códigos de ética ou códigos de conduta, se mostram influente em
eras anteriores à globalização.
Em 1750 a.C foi criado pelo imperador da Babilônia o código de Hamurabi,
sendo o mesmo encontrado posteriormente em 1902 na cidade de Susa, no Irã por
arqueólogos franceses. Este código era explicitado em uma pedra de basalto azul
que tem o equivalente a 2,25 metros de altura, e suas normas eram escritas de
forma cuneiforme (tipo de escrita feita com objetos em formato de cunha). No
código estão apresentados castigos estipulados para aqueles que não agissem em
conformidade com a boa conduta, e tais punições se concretizavam em mutilações,
flagelações e execuções por afogamento ou cremação.
Como na sociedade o mundo corporativo é um conjunto social de pessoas,
que além de seguirem teorias e técnicas, também contemplam um sistema de
crenças e valores. Funcionários ou grupos informais também podem criar seus
próprios códigos de conduta, tendo em vista determinantes psicológicos,
ambientais e genéticos. Como exemplo os próprios criminosos no ambiente
carcerário criam códigos de conduta para regular a convivência.
É pertinente, estabelecer diretrizes que tenham como intuito primordial
a adequação de interesses pessoais que não afetem a coletividade. Para os
autores Sá e Hoong (2010, p. 125) “é inequívoco que o ser tenha sua
individualidade, sua forma de realizar seu trabalho, mas também uma norma
comportamental deve reger a prática profissional no que concerne a sua conduta,
em relação a seus semelhantes”.
Estudo realizado e apresentado no TCC - "Prevencao das Fraudes nas Organizacoes Privadas Brasileiras - A Responsabilidade do Administrador frente as Prevencoes"
Autores:
Ariadine Cherle de Sousa Cruz
Jacqueline Rodrigues Moura
Livea Francisco Escorcio
Lucas Marques da Silva
Mariana de Freitas Meirelles
Estudo realizado e apresentado no TCC - "Prevencao das Fraudes nas Organizacoes Privadas Brasileiras - A Responsabilidade do Administrador frente as Prevencoes"
Autores:
Ariadine Cherle de Sousa Cruz
Jacqueline Rodrigues Moura
Livea Francisco Escorcio
Lucas Marques da Silva
Mariana de Freitas Meirelles

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