terça-feira, 6 de setembro de 2016

Conceito e Histórico do Código de Ètica


No dicionário Aurélio a palavra ética é conceituada como sendo o estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana, do ponto de vista do bem e do mal. Para Stukart (2007) “é a ciência cujo objetivo é o exame teórico das relações humanas para conseguir uma vida satisfatória, bem como a perfeição integral do homem”. De acordo com Sá e Hoong (2010) a ética é entendida como uma ciência da conduta humana perante o ser e seus semelhantes.





Histórico do Código de Ètica


O código de ética tem como principal intuito guiar e orientar a conduta de um grupo de pessoas, sendo criado com base nos princípios e valores, com o propósito de manter comportamentos pacíficos numa relação de convivência entre pessoas de uma determinada sociedade. Estes códigos estão presentes na atualidade, contudo, os códigos de ética ou códigos de conduta, se mostram influente em eras anteriores à globalização.

Em 1750 a.C foi criado pelo imperador da Babilônia o código de Hamurabi, sendo o mesmo encontrado posteriormente em 1902 na cidade de Susa, no Irã por arqueólogos franceses. Este código era explicitado em uma pedra de basalto azul que tem o equivalente a 2,25 metros de altura, e suas normas eram escritas de forma cuneiforme (tipo de escrita feita com objetos em formato de cunha). No código estão apresentados castigos estipulados para aqueles que não agissem em conformidade com a boa conduta, e tais punições se concretizavam em mutilações, flagelações e execuções por afogamento ou cremação.

Como na sociedade o mundo corporativo é um conjunto social de pessoas, que além de seguirem teorias e técnicas, também contemplam um sistema de crenças e valores. Funcionários ou grupos informais também podem criar seus próprios códigos de conduta, tendo em vista determinantes psicológicos, ambientais e genéticos. Como exemplo os próprios criminosos no ambiente carcerário criam códigos de conduta para regular a convivência.


É pertinente, estabelecer diretrizes que tenham como intuito primordial a adequação de interesses pessoais que não afetem a coletividade. Para os autores Sá e Hoong (2010, p. 125) “é inequívoco que o ser tenha sua individualidade, sua forma de realizar seu trabalho, mas também uma norma comportamental deve reger a prática profissional no que concerne a sua conduta, em relação a seus semelhantes”.


Estudo realizado e apresentado no TCC - "Prevencao das Fraudes nas Organizacoes Privadas Brasileiras - A Responsabilidade do Administrador frente as Prevencoes"

Autores: 
Ariadine Cherle de Sousa Cruz
Jacqueline Rodrigues Moura
Livea Francisco Escorcio
Lucas Marques da Silva
Mariana de Freitas Meirelles


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