domingo, 26 de janeiro de 2014

Princípios do Controle Interno

Os princípios gerais que podem dar suporte às empresas para proteger seu patrimônio e favorecer os interesses em comum estão de acordo com Oliveira (2006), a saber:
 
a)           Segregação de funções – significa que as funções devem ser separadas entre si e realizadas por pessoas ou grupos de pessoas diferentes, ou dito de outra forma, uma pessoa (ou grupo de pessoas) não deve ter sob sua responsabilidade todas as funções de uma atividade da empresa. Segregar as funções é fiscalizar e controlar as etapas de um processo é a verificação de procedimentos realizados anteriormente para a transição de dados e informações.
 
b)           Responsabilidade – as responsabilidades de uma atividade e, em consequência, de toda a empresa devem ser previamente definidas:
 
  • Quem faz;
  • Quem confere;
  • Quem autoriza;
  • Quem aprova;
  • Quem recebe;
  • Quem paga.
Em empresas de pequeno e médio porte é comum todas as decisões serem centralizadas no proprietário, em contrapartida, em empresas de grande porte as atividades são descentralizadas e distribuídas entre vários colaboradores.
c)           Método das partidas dobradas – a contabilização do débito e crédito no ativo e passivo a contrapartida dos valores no resultado é um excelente princípio de controle interno, pois o registro contábil pressupõe a existência de documentação exata comprobatória das transações realizadas. Este método contábil deverá ser periodicamente testado através do confronto entre o fluxo de informações internas (documentos, extratos, comprovantes, boletos) e os valores registrados, pois a sua exatidão não é suficiente para suportar erros ou fraudes.
d)           Rodízio de tarefas – é importante a troca periódica, entre os colaboradores, no exercício dos serviços de caixa, bancos, estoques e compras. Essa alternância de funções entre colaboradores impede a criação de vícios, de atos automatizados e dos chamados “pulos do gato” criados dentro das tarefas pelos colaboradores que desempenham a mesma tarefa durante muitos anos. A troca ou o rodízio de funções incrementa a criatividade e motiva o empregado. Constata-se que muitos vícios praticados pelo colaborador anterior na realização de determinada tarefa podem ser eliminados pelo empregado que o substitui, aumentando a produtividade.
e)           Seleção e treinamento – os novos colaboradores admitidos devem ser selecionados e treinados com cuidado, o que aumenta a produtividade e elimina perdas e desperdícios. Geralmente, as grandes empresas têm um quadro de pessoal capacitado e especializado na seleção de candidatos ou contrata uma empresa de consultoria para tal serviço. O aprendizado em tempo real, ou seja, o colaborador aprendendo na prática, aumentando o risco das tarefas e etapas de um processo, comprometendo pelo alto nível de incerteza e alto grau de complexidade. A melhoria contínua através do aperfeiçoamento dos colaboradores é essencial para manter uma equipe ou departamento preparados para a tomada de decisão e a identificação de erros.
f)             Normas e instruções – as diretrizes básicas ou normas da direção da empresa, bem como os procedimentos ou rotinas gerais das principais atividades, devem ser escritas e transformadas em manuais, que deverão ser periodicamente atualizados. A comunicação entre a empresa e os colaboradores é essencial para transmiti-la e programar novas diretrizes e mudanças constantes necessárias no âmbito corporativo.
g)           Revisão ou conferência - os registros de valores, formulários e memórias de cálculos devem ser preparados por uma pessoa e conferidos ou revisados por outra, evitando-se erros que poderão se transformar em prejuízos. São comuns as empresas de pequeno e médio porte realizar a contabilização e o controle de informações manualmente, estando tais operações frágeis ao erro ou a oportunidade das fraudes, para isso é primordial o acompanhamento e a realização de auditoria contábil e fiscal para identificar o erro ou problema desde o início.
h)           Computador – devem-se usar computadores ou outro meio mecânico para realização dos serviços, uma vez que, além de reforçar o controle interno e facilitara visualização das operações, melhoram a qualidade e a apresentação do produto ou serviço.
i)             Carta de fiança – trata-se de um termo de responsabilidade do colaborador perante a empresa contratante, pelo manuseio e participação de decisões e bens de alta liquidez. Este requisito é imprescindível para a segurança da informação patrimonial e estratégica, tendo em vista a importância do sigilo absoluto do plano de negócio ou planejamento.
j)             Registros ou contas de controles – as contas ou registros auxiliares das principais contas contábeis devem ser conciliados periodicamente e utilizados com a maior amplitude possível. Os principais registros auxiliares necessários para análise periódica interna, a fim de evitar e identificar erros e falhas operacionais no sistema de informação ou causados por atos fraudulentos são:
  • Fundos fixos de caixa;
  • Caixa – Recebedor;
  • Caixa – Pagador;
  • Caixa geral;
  • Contas a receber de pessoas jurídicas;
  • Contas a pagar de fornecedores;
  • Investimento e curto e longo prazo;
  • Empréstimos e financiamentos; e
  • Tributos, encargos e benefícios.  
 
            O controle interno só será aplicável quando houver a conscientização de toda a parte relacionada, além do cuidado com o manuseio da informação e a responsabilidade na sequência qualitativa no processo linear.
Fonte: TCC – Fraude nas Organizações Privadas Brasileiras
Material disponibilizado pelo Consultor Tributário Lucas Marques da Silva

Estrutura Organizacional do Controle Interno

A estruturação do controle interno é formada por outros subsistemas coordenados de forma harmoniosa para garantir a maior eficiência e eficácia no levantamento, registro e tratamento das informações. Esse processo de estruturação envolve o organograma organizacional, políticas de desenvolvimento humano, segregação de funções e a ética institucional que tem a finalidade de proteger a organização de riscos que impossibilitem a gestão corporativa.
O controle interno deve possibilitar aos gestores de área certa clareza quanto aos procedimentos adotados por sua equipe, através de relatórios gerenciais  informando falhas operacionais que conduzam ao erro ou fraudes. Conforme o diagrama de Percepção da Estrutura de Controle Interno (PECI), a estruturação das áreas envolvidas deverá ter três formatos, a seguir:
1) Ambiente de Controle
  • Conscientização de todos os envolvidos;
  • Ênfase dada pela alta administração;
  • Divisão de responsabilidade;
  • Compromisso de todos com o controle;
  • Enfoque da direção à organização; e
  • Compromisso da administração com o controle.
2) Procedimento de Controle e Monitoramento
  • Monitoramento dos controles;
  • Segregação de funções;
  • Metas;
  • Autorizações;
  • Conciliações;
  • Revisão de desempenho; e
  • Normatização.
3) Sistemas de Informações e Comunicação
  • Divulgação de normas;
  • Fluxos de informações;
  • Sistemas internos de comunicação;
  • Informações sobre o plano de controle;
  • Informações sobre o ambiente de controle;
  • Informações sobre riscos;
  • Identificação das informações; e
  • Relevância e confiabilidade das informações.
O controle interno envolve e integra diversos sistemas voltados para implantação e eficiência dos procedimentos, possibilitando elevado nível de suporte gerencial, entre esses sistemas estão: sistemas de custos, sistemas de educação, sistemas de compras, conforme figura abaixo.
Figura 1 – Sistema de Controle Interno
 
 

    
Fonte: elaborado pelos autores.
 
A utilização desta ferramenta envolve diversos procedimentos e orientações, entretanto não é pré-estabelecido em manual, cada empresa apresentará necessidades distintas e inerentes, contudo deverá seguir uma linha de controle padronizada e coerente de acordo com a sua atividade econômica operacional.
Os critérios abaixo auxiliam e compõem o principio básico do controle interno:
  •  Adequação: que todo o controle seja implantado e adequado aos objetivos da organização;
  • Universalidade: a participação de todos os departamentos e partes relacionadas;
  • Simplicidade: ferramenta de fácil implantação e compreensão de todos, garantindo a eficiência dos processos de controle.
  • Aglutinação: centralizar todas as informações em um único sistema de informação, sendo limitados por importância.
  • Funcionalidade: através da estrutura funcional garantir a eficácia operacional na execução;
  • Revisão: deverá ser periodicamente revisado e adequado com as necessidades emergentes.
  • Segurança: definir regras e procedimentos para o correto registro do controle a fim de preservar a segurança com as informações.
Fonte: TCC – Fraude nas Organizações Privadas Brasileiras
Material disponibilizado pelo Consultor Tributário Lucas Marques da Silva

A importância do Controle Interno

Uma empresa que não possui controle interno está predestinada inevitavelmente a falhas operacionais, ausência de metodologia para execução e falta de controle das informações e valores registrados como bens, direitos e seus respectivos deveres. É imprescindível a adoção desta ferramenta para o desenvolvimento saudável da organização através do controle e direcionamento da alta administração perante todos os mapeamentos departamentais, seja nas demonstrações contábeis apresentadas e os demais setores envolvidos.
O controle interno tende a favorecer o processo de gestão nas empresas auxiliando na prevenção de fraudes, mas não unicamente, pois é uma ferramenta de planejamento, que corrige e previne as falhas operacionais e os registros documentais, assegurando que os objetivos da empresa sejam alcançados.
Segundo Almeida (2003, p. 65), a importância do controle interno é:
§     Proteger os bens e direitos das empresas;
§     Estimular a obediência às normas internas da organização;
§     Motivar os colaboradores à eficiência operacional e a
§     Conferir a exatidão das informações.
Diante dos conceitos apresentados, nota-se a importância desta ferramenta de caráter preventivo, para regulamentar as rotinas e atividades administrativas, com o objetivo de influenciar positivamente os mais variados setores da empresa, aprimorando e qualificando os procedimentos até então ineficientes, garantindo a qualidade, transparência e segurança das atividades desenvolvidas em busca de resultados.
Fonte: TCC – Fraude nas Organizações Privadas Brasileiras
Material disponibilizado pelo Consultor Tributário Lucas Marques da Silva
 

Implantação do Controle Interno

Esta ferramenta auxilia o administrador de empresas na fiscalização das atividades realizadas pelos departamentos através dos sistemas de controle interno das operações, para assegurar que as informações processadas sejam fidedignas e executadas conforme o objetivo das empresas. O controle interno organizacional é desmembrado em:
Administrativo: tem por objetivo garantir o controle e a qualidade das informações e documentos a serem processados pelos sistemas integrados Enterprise Resource Planning (ERP) e Customers Relation Ship Management (CRM);
Contábil: tem por objetivo garantir a exatidão das informações cadastradas pelo setor financeiro em confronto com as informações e valores repassados ao setor contábil, refletindo os registros e demonstrações contábeis;
Detectivo: avalia e controla os recursos e as informações, a fim de minimizar os erros e identificar pontos de melhorias;
Corretivo: toda e qualquer operação está sujeita a erros, e muitas vezes não são percebidos por sistemas operacionais, é imprescindível a realização do controle interno corretivo para assegurar a constante eficácia operacional;
Preventivo: realiza o levantamento e acompanhamento operacional de execução para identificação de desperdícios e irregularidade, assim realiza ajuste operacional para melhorar a execução e eficácia.
O controle interno possui um conjunto de políticas e procedimentos de prevenção de fraudes desenvolvidos e operacionalizados para controlar e monitorar as atividades e a confiabilidade nas demonstrações financeiras:
§     Eficiência e eficácia das operações;
§     Confiabilidade dos relatórios financeiros;
§     Cumprimento das leis e regulamentos pertinentes;
§     Proteção do ativo;
§     Estrutura organizacional;
§     Gerenciamento de riscos.
 
            O plano de execução do controle interno deverá envolver todos os colaboradores, delimitando suas obrigações e dividindo-os em setores internos para melhor atender as necessidades programadas e a plena compreensão de todos. O processo de implantação é necessário e fundamental para a absorção das técnicas e procedimentos por todos os envolvidos e pela necessidade de constância no acompanhamento da eficácia, por consequência gerar resultados próximos ao que foi planejado pela alta administração.
Fonte: TCC – Fraude nas Organizações Privadas Brasileiras
Material disponibilizado pelo Consultor Tributário Lucas Marques da Silva

Controle Interno Organizacional

 
Em virtude da quantidade de informações em que as empresas são submetidas e a complexidade das operações realizadas, houve a necessidade de organizar todos os dados, informações e o conhecimento das partes relacionadas com a finalidade de compreender todo o processo decorrente da atividade operacional da empresa.
Esse procedimento interno adotado pelas empresas tem melhor definição pelo autor Perez Junior (2013, p. 77), a seguir:
“Controle interno compreende um conjunto coordenado de métodos e medidas, adotados pelas organizações para proteger seu patrimônio. Além de planejar, organizar e supervisionar dados e informações, auxiliando no processo de gestão empresarial, sendo uma ferramenta importante para o planejamento estratégico e facilitando na detecção de falhas operacionais”.
 
O controle interno é alimentado por informações organizacionais de forma qualitativa e quantitativa com a finalidade de compreender a rotina operacional e desenvolver procedimentos para a correta coordenação e execução das tarefas, a fim de assegurar a eficácia das operações, a visualização e o mapeamento de todos os processos, para avaliar os riscos emergentes e a proteção do patrimônio das empresas. Desenvolve políticas e procedimentos que em conjunto com as atividades que envolvem recursos materiais e humanos tem o intuito de alertar possíveis irregularidades para que sejam sanadas em tempo hábil.
Segundo as normas da entidade Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission (COSO), que é responsável pela elaboração da metodologia de relatórios contábeis, o controle interno exige o envolvimento de todos os colaboradores da organização com a finalidade de promover um elevado grau de segurança das operações e o cumprimento das normas legais aplicáveis.
De acordo com o autor Castro (2010, p. 290):
“A finalidade do controle interno é assegurar que os resultados do que foi planejado, organizado e dirigido se ajustem aos objetivos previamente estabelecidos. A essência do controle reside na verificação se a atividade controlada está ou não alcançando os objetivos ou resultados desejados”.
 
O administrador deve garantir que o controle interno seja integrado à todas as áreas, pois a implantação desta ferramenta capacitará todos os envolvidos para melhor execução das tarefas com a finalidade de alcançar os resultados planejados pela organização.
Fonte: TCC – Fraude nas Organizações Privadas Brasileiras
Material disponibilizado pelo Consultor Tributário Lucas Marques da Silva
 

Princípios, Normas e Procedimentos de Auditoria

 
Os princípios da auditoria em sua constituição histórica foram estabelecidos somente para a auditoria independente, contudo também são aplicados aos auditores que desenvolvem tarefas em outras espécies de auditoria.
 
Oliveira (2006, p. 31) cita os princípios básicos que competem à pessoa do auditor quanto à execução de seu trabalho:
 
§   Manter a confidencialidade sobre os fatos e o conhecimento obtidos, não podendo divulgá-los ou aproveitar as informações obtidas em causa própria;
 
§  Preservar sua independência em relação às pessoas envolvidas no processo de auditoria, sendo-lhe vedado, por exemplo, manter relação de parentesco ou de interesses na empresa;
 
§  Ter conhecimentos indiscutíveis sobre o exame de auditoria que irá realizar e reconhecer experiência profissional.
 
Com a constante evolução e a crescente importância da auditoria houve a necessidade de atualizar e aprimorar as normas desta regência, sendo empreendida pelo CFC, em regime de franca, real e aberta cooperação com o Instituto Brasileiro de Contadores (IBRACON), Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Banco Central do Brasil (BACEN) e a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP).
 
A auditoria utiliza como procedimento a disponibilização da carta de isenção de responsabilidade que deve ser assinada pelo administrador chancelando a veracidade de toda a documentação fornecida ao auditor independente e garantir que não houve omissão de dados, resguardando o auditor da responsabilidade da emissão de pareceres errôneos baseado nas informações cedida.
 
As normas e procedimentos direcionados aos trabalhos de auditoria independentes foram estabelecidos e aprovados pela NBC T 11 - Normas Brasileiras de Contabilidade. Técnicas de Auditoria Independentes.

 
Fonte: TCC – Fraude nas Organizações Privadas Brasileiras
Material disponibilizado pelo Consultor Tributário Lucas Marques da Silva
 

Espécies e Tipos de Auditoria

 
Na literatura científica os termos usualmente utilizados, são normalmente segregados e definidos em “tipos” e “espécies” de auditoria citados a seguir por Oliveira (2006, p. 10):
a) Espécie de auditoria: considera a finalidade para a qual o trabalho do auditor é executado. Por exemplo: se a finalidade do trabalho do auditor é fornecer uma opinião sobre o conjunto das demonstrações financeiras, então, a espécie será de uma auditoria de independentes.
·        Auditoria independente ou externa: contratado por toda e qualquer empresa que tenha a pretensão de levantar, examinar e emitir uma opinião ou parecer quanto aos procedimentos adotados nos registros financeiros e contábeis, seguindo assim os princípios de contabilidade. A contratação de auditoria e consultoria exige uma postura ética na qual devem prevalecer a confidencialidade e a independência.
São apresentados abaixo alguns tipos de trabalhos realizados pelas auditorias e consultorias para orientar o empresário a obter um melhor controle dos recursos e um planejamento preciso durante o ano contratado:
o   Auditoria de desempenho;
o   Contabilidade Forense;
o   Controladoria;
o   Consultoria fiscal;
o   Consultoria de sustentabilidade;
o   Consultoria trabalhista;
o   Gestão de risco;
o   Planejamento tributário, entre outros trabalhos.
 
·        Auditoria interna: São procedimentos e controles do ambiente interno, além da relação de trabalho entre a administração, contabilidade, controladoria e o auditor interno responsável por apoiar à direção executiva, formalmente focada em compliance.  O ambiente de controle começa, efetivamente, com a definição, pela alta administração, dos balizamentos éticos de seu código de conduta, envolvendo as condições infraestruturais disponibilizadas para o exercício eficaz da controladoria.
A auditoria interna constitui o órgão de controle interno das empresas, responsável pela verificação da adequação e da efetividade do gerenciamento de riscos operacionais em relação às exigências nacionais e normas internacionais, envolvendo a inibição de fraudes, e erros nos processos administrativos e contábeis, além das falhas de sistemas de informação.
·        Auditoria Governamental: São procedimentos específicos da auditoria com a finalidade de examinar as contas externas (Fiscal / Tributária) e internas (Auditoria de Gestão Pública) da administração pública direta e indireta, envolvendo os exames do patrimônio público. Esse tipo de auditoria visa examinar a legislação aplicável entre bens, direitos e recursos orçamentários, sob a responsabilidade dos gestores públicos.
b) Tipos de auditoria: considera o objeto, o tipo dos elementos examinados pelo auditor durante a execução para atingir sua finalidade. Por exemplo: na auditoria independente, o auditor examina prioritariamente os registros e os saldos contábeis e, em função disso, o tipo, nesse caso, é classificado como auditoria contábil.
 
o   Contábil: voltado à confirmação da fidedignidade dos registros contábeis e ao confronto e conciliação dos suportes básicos e comprobatórios dos respectivos lançamentos.
 
o   Operacional: voltado para a revisão do controle interno, para aplicabilidade dos procedimentos operacionais e da política interna estabelecida pela alta administração, além do acompanhamento periódico nos fluxos dos processos da Organização.
 
o   Tributária: voltado para a revisão técnica da apuração dos impostos municipais, estaduais e federais realizadas no ano do exercício financeiro.
 
o   Trabalhista: voltado à revisão da correta contabilização e apuração dos impostos incidentes na folha de pagamento, como por exemplo: IRRF sobre folha de pagamento, INSS, FGTS e 13º salário.
Fonte: TCC – Fraude nas Organizações Privadas Brasileiras
Material disponibilizado pelo Consultor Tributário Lucas Marques da Silva