O
controle, como atividade humana essencial, certamente existe desde que o ser
humano começou a andar de pé.
Controlar
é a base da aquisição de conhecimento.
É
através do controle e sua análise inerente que confeccionamos nossa leis de
causa e efeito que são o paradigma do pensamento racional.
O
gestor, conforme a teoria administrativa do agente, é responsável pelo sucesso
da sociedade empresarial, ou parte desta sociedade ( unidade de negócios ou
área de responsabilidade), e esse sucesso depende da dimensão econômica das
atividades que são desenvolvidas pela sociedade e pelos agentes econômicos que
interagem com esta sociedade.
A
controladoria é a função que possui a missão básica de apoiar, com seu
ferramental técnico e sua ação gerencial, as ações de planejamento e controle
de entidades.
A
gênese da função controladoria moderna deu-se na Inglaterra com a instituição
da função comptroller, profissional
afeto ao accountability público.
Um
ponto básico da missão do controler é mapear, permanentemente, os fatores de
risco do empreendimento.
O
controler deve estar sempre ocupado em sistematicamente comparar, discutir e
informar aos gestores as melhores maneiras de condução dos negócios para a
consecução dos objetivos da entidade dentro de uma gestão consistente de
riscos.
A
função controladoria é avó da ciência econômica capitalista e bisavó da
administração científica.
Quando
Adam Smith estabeleceu os rudimentos
do liberalismo econômico, já há três séculos, os contadores aconselhavam os
banqueiros venezianos, a nobreza europeia e os mercadores aventureiros a fazer
o controle econômico de seus empreendimentos mercantis.
Quando
Frederick Taylor e outros pais da
administração moderna, no final de século XIX, estabeleciam os princípios
norteadores da gestão empresarial, a controladoria iniciava seu 5º século de
serviços prestados à sociedade em geral e aos empreendedores especificamente.
A
controladoria enfoca desta maneira a mensuração, a análise, a comunicação e a
discussão da visão do mercado e do negócio e das ações do mercado e do negócio
que afetam hoje ou futuramente o status econômico
do negócio.
Artigo disponibilizado pelo Consultor Tributário Lucas Marques da Silva

Excelente texto. De acordo com as afirmações. Tenho forte interesse pelo controle, e percebo que por meio dele, descobre-se fatos desconhecidos que podem contribuir com a administração da empresa. Parabéns pela síntese.
ResponderExcluirJean Charlles, faz parte e é nosso compromisso manter o controle interno nas organizações, independentemente do tamanho e segmento das empresas. Pois é com base nas informações que tomamos as decisões organizacionais, e olhando para o passado, podemos entender o cenário atual e projetar o futuro.
ResponderExcluirEspero que acompanhe nosso portal.
Abs